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A Organização Mundial das Alfândegas (OMD) organizou, em resposta à pandemia de covid-19, uma operação de emergência (“STOP”) à escala mundial, que decorreu entre 11 de maio e 12 de julho, na qual participaram 99 países.
Portugal integrou esta operação através da AT, nomeadamente, através das alfândegas, com o apoio do Infarmed e da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
No que se refere a medicamentos apreendidos ou cuja importação foi recusada, contabilizaram-se, no período em causa, 31.742 doses individuais.
Segundo o mesmo documento, entre os medicamentos objeto de tentativa de importação destacam-se antigripais originários da China (“Lianhua Qinqwen Jiaonang”), alegadamente utilizados para combater a pandemia.
Só na alfândega do porto de Leixões, distrito do Porto, contabilizaram-se 19.800 unidades deste medicamento, “dissimulada entre outra mercadoria corretamente declarada”.
Hidroxicloroquina e Fosfato de Cloroquina (1.454 doses individuais), Azitromicina (373) e Ivermectina (108) foram outros dos medicamentos identificados.
No total, os 99 países que integraram a operação registaram 1.683 interceções, que compreenderam mais de 300 milhões de doses de medicamentos, 47 milhões de unidades de dispositivos médicos (máscaras, luvas, testes de despiste, termómetros e batas) e cerca de 2,8 milhões de litros de gel desinfetante para as mãos.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.339.130 mortos resultantes de mais de 55,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal morreram 3.632 pessoas dos 236.015 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
Fonte:
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/coronavirus/detalhe/covid-19-fisco-apreende-ou-recusa-importacao-de-quase-5-milhoes-de-mascaras-e-63-mil-epi